Enquanto você se esforça pra ser, um sujeito normal, e fazer tudo
igual... Eu do meu lado aprendendo a ser louco, maluco total, na loucura
real...
Pegando como gancho a frase de
uma das mais célebres músicas do mestre Raulzito, é realmente um grande esforço
ser um sujeito normal, quando tudo o que se quer, é ser é diferente.
Digo isso porque vejo todos os
dias em jornais, redes sociais, noticiários e até mesmo em palestras, pessoas
consideradas diferentes, fazendo de tudo para parecer igual ao artista, ao
jogador, enfim, a todos aqueles que como diria Edgar Morin fazem parte do
Olimpo.
Aí eu me questiono, mas, isso não deveria ser ao contrário? Se você quer se destacar, não deveria ser diferente de tudo o que já está aí?
Aí eu me questiono, mas, isso não deveria ser ao contrário? Se você quer se destacar, não deveria ser diferente de tudo o que já está aí?
Eis que surge uma esperança...
Mentira! Pode continuar lendo.
Aí você encontra vários grupos de
pessoas “cultas e intelectuais”, mas, isso é tão indecifrável quanto às músicas
do Djavan.
Com o tempo, é possível perceber que,
no final das contas essas pessoas, sem generalizar, só querem ser o que elas
mesmas julgam, apedrejam e todos aqueles velhos argumentos clichês.
Só lembram que existe “rolezinho”
porque saiu no noticiário, e se essa for à moda, lá estão eles.
Só querem participar de projetos sociais, se rolar grana ou status. Só querem que a justiça seja feita, se puderem tirar algum benefício disso. Só participam de manifestações para colocar no currículo: “Da série”: eu participo.
Voltamos ao papo de igualdade, como ser igual ou diferente se nem conseguimos pensar sem ser influenciados.
Só querem participar de projetos sociais, se rolar grana ou status. Só querem que a justiça seja feita, se puderem tirar algum benefício disso. Só participam de manifestações para colocar no currículo: “Da série”: eu participo.
Voltamos ao papo de igualdade, como ser igual ou diferente se nem conseguimos pensar sem ser influenciados.
Gostaria de saber onde fica o
espaço para os malucos, porque de gente normal (diferente), eu já to cheia.
by Rafael C. Nemer

Nenhum comentário:
Postar um comentário